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sábado, 2 de julho de 2011

De novo..."é o rodo cotidiano...."

De novo, o cotidiano. Há muito a escrever sobre tudo, mas, por ora, as manchetes irão predominar. 

O Itamar morreu (seguem 228 horas de cobertura do enterro). Nada contra ele, mas agora teremos que ouvir sobre o Plano Real e sua estabilidade e sobre toda aquela sequência de acontecimentos. Sei, sei, sei. Isso é natural quando morre uma 'personalidade', mas não estamos exaustos desse mesmo tipo de cobertura? O bom é que, talvez, na próxima 'personalidade' que morrer, 70% dos lares brasileiros poderão ter barateada a banda larga de internê e, desse modo, poderão acompanhar as incessantes coberturas de velórios. E, também, dos novos casamentos dos príncipes. Sim. Isso pra dizer que o tal princípe de Mônaco casou. Sim, ainda existem príncipes, gurias. ha ha ha.

Renato foi para o Rio, o Odone ficou e, ainda por cima, chamou o tal do Julinho, o tal que tinha se bandeado para o Inter. Nós, os gremistas, começamos a pensar em ir para Cuba, para tratar a doença instalada no Grêmio. De quebra, aproveitaríamos para ler a mensagem bacana que a Dilma mandou para o Chávez.

Apoiando a chuva e o frio, lá vêm as cinzas do vulcão, de novo. 

O caso do ex do FMI, Dominique Strauss-Khan, ainda vai dar muito o que falar, mas talvez a verdade só o quarto do Hotel poderá nos revelar. Receio que, a partir das gravações reveladas ontem (por que só ontem???), não nos importará mais se o cara é mulherengo e se já assediou algumas várias mulheres e receio que todo o óbvio esquema político poderá tornar-se secundário. As luzes começaram a se dirigir para a índolde da mulher, pois ela é mentirosa, gananciosa e queria dar o golpe (sempre nós, né, gurias?). Hummmm....essa história rende muito pano pra manga. Quando o frio passar, e depois da neve, vou pensar e escrever sobre o assunto.

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