Complementando o post anterior, sobre a nota dada pela população ao Poder Judiciário, em resposta "poética" ao auxílio-moradia do Judiciário (e dos outros Poderes também) e, por fim, às greves do pessoal que se diz injustiçado com os parcos (sic) salários pagos pela Justiça Federal e do Trabalho:
Até quando esperar
Plebe Rude
Não é nossa culpa
Nascemos já com uma bênção
Mas isso não é desculpa
Pela má distribuição
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Até quando esperar
E cadê a esmola que nós damos
Sem perceber que aquele abençoado
Poderia ter sido você
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Com tanta riqueza por aí, onde é que está CADÊ SUA FRAÇÃO?????
Até quando esperar a plebe ajoelhar
Esperando a ajuda de Deus
Até quando esperar a plebe ajoelhar
Esperando a ajuda de Deus (...)
Nenhum comentário:
Postar um comentário